Perdidas . Блейк Пирс
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       CAPÍTULO DEZANOVE

       CAPÍTULO VINTE

       CAPÍTULO VINTE E UM

       CAPÍTULO VINTE E DOIS

       CAPÍTULO VINTE E TRÊS

       CAPÍTULO VINTE E QUATRO

       CAPÍTULO VINTE E CINCO

       CAPÍTULO VINTE E SEIS

       CAPÍTULO VINTE E SETE

       CAPÍTULO VINTE E QUATRO

       CAPÍTULO VINTE E NOVE

       CAPÍTULO TRINTA

       CAPÍTULO TRINTA E UM

       CAPÍTULO TRINTA E DOIS

       CAPÍTULO TRINTA E TRÊS

       CAPÍTULO TRINTA E QUATRO

       CAPÍTULO TRINTA E CINCO

       CAPÍTULO TRINTA E SEIS

       CAPÍTULO TRINTA E SETE

       CAPÍTULO TRINTA E OITO

       CAPÍTULO TRINTA E NOVE

       CAPÍTULO QUARENTA

       CAPÍTULO QUARENTA E UM

       CAPÍTULO QUARENTA E DOIS

       CAPÍTULO QUARENTA E TRÊS

       CAPÍTULO QUARENTA E QUATRO

       CAPÍTULO QUARENTA E CINCO

       CAPÍTULO QUARENTA E SEIS

       CAPÍTULO QUARENTA E SETE

      PRÓLOGO

      Katy Philbin ria-se enquanto descia cautelosamente as escadas.

      Para com isso! Disse a si própria.

      O que é que tinha tanta graça?

      Que estava ela a fazer, rindo-se como uma menina e não como a rapariga de dezassete anos que era?

      O que ela ais queria no mundo era agir com a seriedade de uma adulta.

      No final de contas, ele estava a tratá-la como uma adulta. Ele conversara com ela como uma adulta durante toda a noite, fazendo-a sentir-se especial e respeitada.

      Até a chamara de Katherine e não Katy.

      Ela gostava muito de ser tratada por Katherine.

      Também gostava das bebidas que ele lhe preparara toda a noite – “Mai Tais”, assim ele lhes chamava, e eram tão doces que ela mal sentia o álcool.

      E agora já nem se lembrava de quantos tomara.

      Estaria bêbeda?

      Oh, isso seria terrível! Pensou.

      O que é que ele pensaria dela se não aguentasse umas quantas bebidas?

      E agora sentia-se extremamente aérea.

      E se caísse das escadas?

      Olhou para os seus pés, pensando porque é que não se moviam como deveriam. E porque é que a estava tão escuro ali?

      Para sua vergonha, ela nem se lembrava porque é que se encontrava naquele lanço de escadas de madeira que pareciam cada mais intermináveis.

      “Para onde vamos?” Perguntou ela.

      As suas palavras saíram arrastadas, mas pelo menos conseguira parar de rir.

      “Eu disse-te,” Respondeu ele. “Quero mostrar-te uma coisa.”

      Ela procurou-o. Ele estava algures no fundo das escadas, mas não o conseguia ver. Apenas um candeeiro se encontrava a um canto distante.

      Mas aquela luz era suficiente para lhe lembrar onde estava.

      “Ah, sim,” Murmurou ela. “Na tua cave.”

      “Estás bem?”

      “Sim,” Disse ela, tentando convencer-se a si mesma de que era verdade. “Eu desço já.”

      Fez um esforço para que os pés descessem as escadas.

      Ouviu-o dizer, “Anda, Katy. O que prometi mostrar-te está mesmo aqui.”

      Vagamente, apercebeu-se…

      Ele chamou-me de Katy.

      Sentiu-se estranhamente desiludida, depois de durante toda a noite ter sido chamada de Katherine.

      “Tou quase aí,” Disse ela.

      A desarticulação das suas palavras piorava.

      E por qualquer razão, considerou isso extremamente divertido.

      Ouviu-o a dar uma risada.

      “Estás a divertir-te, Katy?” СКАЧАТЬ